16 de julho de 2018

Organize sua vida e seja mais produtivo


Você é daquele tipo de pessoa que vive perdendo suas anotações? Ou arquiva vários links de artigos de sua área que gostaria de ler mais tarde? E nunca se lembra de levar o resultado do seu último exame de sangue para a consulta médica?

Seus problemas acabaram! 
Designed by Freepik
Há alguns anos, conheci uma plataforma organizacional: o Evernote. Com esse aplicativo, você pode salvar várias notas e organizá-las de várias maneiras. Vou explicar como organizei informações pessoais e profissionais para dar ideias de como explorar a ferramenta. Primeiro criei dois grandes cadernos: PESSOAL e PROFISSIONAL. Dentro desses cadernos, criei algumas pilhas de cadernos secundários que, por sua vez, são compostos pelas notas.

Dentro do caderno PESSOAL, por exemplo, organizei vários assuntos do meu interesse e que quero ter em mãos sempre que precisar como: alimentos saudáveis, exercícios físicos, receitas, lista de compras etc. Já no caderno PROFISSIONAL, separei os conteúdos que têm a ver com a minha área: marketing digital, aplicativos, SEO, cursos etc.

Clique aqui e leia o artigo na íntegra.

25 de junho de 2018

Como se manter informado na correria do dia a dia?


Todo jornalista tem a obrigação de manter-se informado e estar conectado a tudo o que acontece na sociedade. Mas, atualmente, essa característica não é essencial apenas aos profissionais da área de comunicação. Qualquer pessoa, que busque um papel de destaque no ambiente corporativo, deve conter um bom repertório para fundamentar seus discursos – sejam eles apresentados em reuniões de negócios ou de alinhamento com a equipe.

Designed by Freepik

Em minha opinião, a internet ajudou e “piorou” o processo de manter-se informado. Calma, não me julgue quando eu digo que piorou. Pois, você já deve ter tido a sensação de que não consegue acompanhar a quantidade de notícias que são produzidas e compartilhadas diariamente. Se comparado ao “famoso jornal de domingo” – conhecido pele seu grande volume e reportagens robustas – hoje, a internet assusta muito mais.

Como uma boa jornalista, eu amo ler e adoro estar informada. Mas, diante da avalanche de notícias divulgadas a cada minuto, como saber de tudo um pouco – de política ao que estreia no Netflix, de tecnologia à saúde – sem ter uma “overdose de informação”?


Quer saber como?
Clique aqui e leia o artigo na íntegra.


6 de junho de 2018

De desenhista a jornalista: como um curso técnico influenciou minha carreira


Em 2006, quando me formei em Técnico em Edificações, nem imaginava o quanto esse curso e meus anos trabalhando como desenhista em escritórios de arquitetura me ajudariam no jornalismo. Não só pelo fato de hoje eu escrever para uma revista técnica, voltada para engenheiros, arquitetos e agrônomos (apesar disso facilitar bastante as minhas entrevistas com eles e o entendimento de alguns termos técnicos). Mas também pelas outras habilidades e competências que eu adquiri durante os anos em que trabalhei como desenhista/cadista.

Designed by Freepik
Nem todos os meus colegas do jornalismo sabem da minha passagem pelo universo da arquitetura. Antes de ter o MTB de jornalista, eu tive o CREA de Técnico em Edificações. Em Lins (SP), minha terra natal, concluí o curso Técnico em Edificações seis meses antes de terminar o Ensino Médio. O estágio de alguns meses no escritório de engenharia de um professor e o meu conhecimento superficial (na época) em AutoCAD ajudaram-me a conquistar o primeiro emprego, um mês após a conclusão do colegial, em um escritório de arquitetura.

Critério
Alguns amigos e colegas de trabalho vivem brincando comigo sobre o meu “olhar” para detectar falhas em textos e diagramações. A habilidade de revisar textos e artes e de ser criteriosa com padrões e formas é uma “herança” da época de desenhista, na qual eu desenvolvia projetos de arquitetura extremamente detalhados tanto para serem aprovados em prefeituras quanto para os profissionais trabalharem na obra. Digamos que o “olhar" de quem trabalha com projeto fica “treinado” para encontrar uma linha ou um texto fora do lugar.

Quer saber quais são as outras habilidades que desenvolvi? CLIQUE AQUI e leia o artigo completo!

Ah, não esqueça de deixar seu comentário ;)

29 de junho de 2017

O que aprendi com Nelson Mandela?

Acabo de ler o livro Bom dia, Sr. Mandela, escrito por Zelda la Grange, secretária pessoal do líder humanitário sul-africano durante quase 20 anos. O livro não apresenta a biografia de Mandela e sim o relato de situações que ele e sua secretária passaram no período que trabalharam juntos. É claro que muitos sabem da importância de Madiba – apelido carinhoso de Mandela– durante o apartheid – regime de segregação racial  que aconteceu na África do Sul, entre 1948 e 1994. Mas, ter a oportunidade de conhecer histórias pessoais e descobrir sua força e vontade de viver e trabalhar em prol das pessoas, realmente faz você repensar muitas coisas.

Crédito: Flickr lasanta.com.ec
União
Depois de passar 27 anos preso por causa do apartheid, ele foi eleito presidente da África do Sul em 1994. La Grange conta que após a eleição de Mandela, os sul-africanos brancos temiam retaliação pelo, então, presidente negro. Ela mesma, de origem africâner, tinha esse medo. Porém, a primeira ação que ele tomou ao assumir o poder foi garantir a diversidade racial em sua comitiva: ele escolheu colaboradores negros, brancos e indianos. Mandela sempre defendeu a igualdade racial e todo o seu legado foi para afirmar o seu pensamento.

Quer saber as outras quatros coisas que aprendi com Mandela? CLIQUE AQUI e leia o artigo completo.

Ah, não esqueça de deixar seu comentário! ;)

5 de maio de 2017

Já pensou em criar um grupo de estudos da sua área de atuação?

Imagem: Freepik.com
Esse ano eu comecei com um propósito muito forte: aprender, aprender e aprender mais um pouco. Mas aí também pensei: informação e conteúdo relevante foram feitos para serem compartilhados e multiplicados, só assim ganham ainda mais valor. Tenho alguns amigos da área de comunicação que, assim como eu, têm dúvidas sobre o uso de novas ferramentas, novos aplicativos ou das novas demandas do mercado.

Tive a oportunidade de fazer cursos muito interessantes da minha área neste ano e queria conversar sobre o que aprendi com alguém, testar as ferramentas e saber o que outras pessoas andam fazendo. Convidei dois amigos próximos que compartilhavam do mesmo sentimento – cada um com um tipo de trabalho e clientes de áreas bem diferentes – para nos reunirmos e trocarmos informações, dicas e experiências. Criamos um grupo de estudos da nossa área para reciclagem profissional.

Quer saber o resultado desse encontro? Leia a história completa, clicando aqui.

7 de abril de 2017

O que aprendi com Mario Sergio Cortella

Tempo é questão de prioridade”, escuto do filósofo Mario Sergio Cortella, em uma palestra realizada em Ribeirão Preto (SP). Essa foi uma das frases que mais me marcou nos últimos anos. Na palestra, Cortella disse que uma pessoa antes de sofrer um infarto vive dizendo que não tempo para atividade física ou ter uma boa alimentação. Depois de ficar doente, no dia seguinte – segundo ele – a pessoa já está com roupa de ginástica caminhando pelas ruas.

Imagem: Freepik.com
Essa frase norteou muitas escolhas minhas nos últimos tempos. É tão comum escutar pessoas reclamando da falta de tempo para ler, estudar, aprender ou, até mesmo, para ouvir o outro. Eu, por exemplo, que adoro ler, fiquei um bom tempo sem folhear uma página, por causa da tal falta de tempo. Depois de escutar e incorporar o conceito dessa frase no meu cotidiano, muita coisa mudou.

Achei tempo para estudar, para colocar a leitura em dia, praticar atividade física – mesmo que eu ainda não consiga diariamente – e buscar uma alimentação mais saudável. Conversando com uma amiga no início do ano passado, eu disse “é tão difícil conciliar tudo: trabalho, atualização profissional, vida pessoal etc.”. Mas a resposta para tudo isso é “TEMPO É QUESTÃO DE PRIORIDADE”.

Leia este artigo completo, clicando aqui.


21 de fevereiro de 2017

Sua carreira é um filho, mas ela não atinge a maioridade aos 18

Recentemente, entrevistei uma coach de carreira que disse algo que me chamou a atenção: “carreira é que nem filho, você tem que criá-la”. Muitas pessoas entram em um emprego, adquirem certa estabilidade e se não houver nenhum imprevisto, continuam executando as mesmas tarefas, da mesma forma como aprendeu no primeiro dia de trabalho; ou seja, sem inovar em nada.
Crédito: Designed by Freepik.com
Isso é tão comum, que em outra entrevista uma consultora confidenciou que o projeto que foi escrito para o primeiro cliente de uma empresa – essa com aproximadamente 10 anos de fundação – vem sendo “salvado como” e os colaboradores só mudam informações específicas. Passam anos, mudam os funcionários, muda a ortografia do país e ninguém alterou esse projeto.

Trazendo isso para minha área, desde a época da faculdade escuto que o jornalismo vai acabar. Muitas pessoas argumentam: “isso nunca vai acontecer, as pessoas precisam de informação”. Porém, o jornalismo tradicional realmente está deixando de existir e assim como qualquer outra profissão, ele está se reinventando e se modernizando, prova disso é que disciplinas sobre empreendedorismo e gestão chegarão aos cursos de jornalismo dasuniversidades brasileiras até 2018.

Leia esse artigo completo, clicando aqui.