Certo dia recebi um e-mail do meu
amigo Leandro Martins, comentando sobre o Portal dos Jornalistas. Achei interessante, solicitei um perfil, passei todos os
dados sobre os trabalhos que já realizei e eles mesmos montaram um perfil
falando sobre minha trajetória no jornalismo. Depois de vários e-mails trocados
para afinar meu perfil, conheça o meu perfil clicando aqui.
Um espaço dedicado para conhecer o trabalho e o ponto de vista de uma jovem jornalista.
1 de setembro de 2012
31 de agosto de 2012
Revista Movimento Vivace
Esses 18 meses em que trabalhei
na assessoria de imprensa da Orquestra
Sinfônica de Ribeirão Preto (OSRP) me proporcionaram momentos
inesquecíveis, belíssimos concertos, imagens que captei que com certeza vão
fazer parte da história da orquestra.
Sem contar a produção da revista Movimento Vivace, em que cada edição é
um aprendizado diferente, seja relacionado a música ou a parte técnica de
produção de um veículo impresso.
A revista Movimento Vivace é um veículo de divulgação oficial da OSRP. Sua
tiragem é de 1.500 exemplares, que são distribuídos nos concertos da sinfônica.
Ela é assinada pelas assessoras de imprensa da orquestra e jornalistas Blanche
Amancio e Daniela Antunes, da Texto &
Cia Comunicação.
A Vivace é um periódico mensal e em maio deste ano completou quatro
anos de lançamento. Todas as revistas também estão disponíveis no site www.sinfonicaderibeirao.org.br.
Logo abaixo, é possível folhear as revistas que tive a oportunidade de
diagramar e ajudar na produção de seu texto e imagem.
Profissão garapeiro
Como dito no post Os benefícios da dança, na primeira
etapa do projeto proposto pela disciplina de Telejornalismo III, eu realizei a
função de pauteira da reportagem Dança/benefícios. Agora, chegou a minha vez de
encarar a câmera e o microfone.
Nesta segunda etapa, o meu
pauteiro foi o Flávio Coelho, que propôs o tema Profissão/garapeiro. Fiquei
muito animada com a pauta, pois tinha grande possibilidade de ter muita
história boa pra contar. E foi exatamente isso o que aconteceu.
O Flávio teve só um pouquinho de
trabalho para conseguir ajustar as entrevistas com a minha agenda. Mas gravamos
toda a matéria em uma manhã muito bonita, o que contribuiu bastante com a
captação de imagem para essa reportagem.
Tudo estava fluindo muito bem
durante a gravação, eu e o cinegrafista Clayton Andretti, nunca fomos tão bem
tratados. E neste caso significava beber meio de litro de garapa em cada um de
nossos queridos garapeiros e escutar histórias peculiares da família desses
trabalhadores.
A gravação da passagem (ou seja,
quando apareceu meu rostinho na tela) aconteceu no calçadão de Ribeirão Preto-SP,
por volta das 11h30. Agora, você imagina o quanto de gente circula nesse
horário? Mas não era um dia comum, estávamos na semana da Feira do Livro.
Acredito que o leitor já consegue
imaginar o tanto de gente que passou atrás da câmera, disse que “estava na
Globo”, mandou recado para a Fátima Bernardes, enfim, foi muita risada durante
as gravações dessa matéria. A única dificuldade foi ficar acordada o resto do
dia, depois de um litro e meio de garapa (risos).
Depois da captação de imagens e
entrevistas realizadas, fomos para a decupagem e para o roteiro da matéria. E
mais uma vez Marcelo Guerreiro entra em ação e dá início a edição do vídeo e
ajustes do áudio.
Essa reportagem vai ao ar neste
semestre no programa Lente Aberta, da TV Unaerp, que é exibido no Canal 10 da
NET. E posteriormente estará disponível no site www.tv.unaerp.br.
“Saboreiem” agora a reportagem
Profissão/garapeiro:
Os benefícios da dança
Depois de um mês sem novas postagens, é importante que eu coloque um conteúdo bem legal no Robin Hood de Saia. Bom, este trabalho foi realizado na 7° etapa (ou penúltimo semestre) do curso de jornalismo, para a disciplina de Telejornalismo III, sob orientação das professoras Flavia Martelli e Cris Dias.
Os alunos foram divididos em dois grupos: pauteiros e repórteres. Nessa primeira etapa eu fui a pauteira da matéria e escolhi como tema os benefícios da dança tanto na parte educacional quanto no desenvolvimento físico de um adolescente. E Larissa Costa foi a repórter que, mais uma vez, agregou qualidade e profissionalismo à minha ideia.
Com esse desafio, foi possível perceber a importância do trabalho de um pauteiro de TV, pois é essa pessoa que corre atrás de um tema, define as fontes, agenda as entrevistas, faz um roteiro/itinerário da ordem em que essas entrevistas devem ser feitas, sugere as perguntas para cada fonte, as imagens a serem capturadas e uma ideia do que seria a passagem (que para quem não sabe o que significa, é o momento em que aparece o rostinho do repórter no vídeo, porque até então só a voz do repórter que “aparece”).
Claro que isso não significa desmerecer o trabalho do repórter, pois ele é quem vai ao local, analisa e senti tudo o que está acontecendo de diferente, podendo trazer uma matéria ainda mais interessante da qual foi previamente pensada. O repórter de TV tem que ter o feeling para conseguir trazer o “algo mais” e isso Larissa Costa tem de sobra.
Pauta aprovada, pauteira e repórter afinadas, entrevistas agendadas, vamos para a melhor parte: execução do trabalho.
O trabalho fluiu tranquilamente, as entrevistas foram ótimas, conseguimos um bom conteúdo. Agora chegou a parte mais delicada, decupagem. Para quem não conhece essa palavrinha, significa assistir o material bruto da gravação e redigir TODO o conteúdo, para depois separar o que vamos usar e, assim, montar o roteiro para o editor de vídeo. É claro, que nos jornais da grande imprensa não são feitas todas essas etapas e ninguém fica decupando material, porque não dá tempo. Mas para os estudantes que estão aprendendo a montar uma matéria para TV, não tem como fugir desse “sofrimento”.
Depois do roteiro redigido, chega o momento do técnico de vídeo Marcelo Guerreiro fazer os ajustes finais na matéria.
Esta reportagem vai ao ar este semestre no telejornal Lente Aberta, da TV Unaerp, que é exibido no Canal 10 da NET. E posteriormente estará disponível no site www.tv.unaerp.br.
Assistam agora a matéria Dança/benefícios e não esqueça de deixar o seu comentário!
15 de julho de 2012
TVT Entrevista - 2ª edição
Como no post TVT Entrevista – 1ª edição eu expliquei cada detalhe da produção do
TVT, neste eu só vou comentar sobre o tema do segundo programa que gravamos:
Rádio Esportivo.
A proposta dessa pauta veio do
nosso colega Rogério Moroti, que atualmente trabalha no jornal Tribuna de Ribeirão Preto, no caderno
de Esporte, além de escrever matérias no jornal Lance e alimentar o Blog do
Moroti. Rogério queria mostrar o perfil e um pouco da história do
jornalista Luiz Carlos Briza, além de fazer um bate-papo sobre a situação atual
do rádio esportivo em Ribeirão Preto-SP.
Sobre o Briza
Luiz Carlos Briza é assessor de
imprensa da Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto. Briza, porém, é um
dos mais antigos e experientes jornalistas e radialistas da cidade. Atuou nas
principais rádios de Ribeirão Preto como locutor esportivo, onde além de cobrir
os jogos do Come-Fogo, teve a oportunidade de trabalhar na cobertura da Copa do
Mundo que aconteceu no México, em 1986.
Afastado do rádio há algum tempo,
Briza se manteve no meio esportivo e ainda é colunista do jornal Tribuna Ribeirão. O jornalista também é
um dos críticos da atual situação do rádio esportivo ribeirão-pretano.
Como futebol é um assunto que o
Rogério domina, neste segundo programa ele foi o apresentador, além de ter
produzido e gravado a videorreportagem no estádio Santa Cruz, durante um jogo
entre Botafogo e São Carlos. Eu, Leandro Martins e Célia Santos participamos
com perguntas para o nosso entrevistado.
Assista
agora o TVT Entrevista sobre o tema Rádio Esportivo.
Mais informações:
Para conferir a programação da TV Unaerp, basta acessar o site: http://tv.unaerp.br/.
10 de junho de 2012
TVT Entrevista - 1ª edição
O primeiro programa de TV que participei foi o programa TVT Entrevista, exibido no Canal 10 da NET, nas terças e quintas às
12h, 14h, 16h, 18h, 20h e 22h e nos sábados e domingos às 12h e 18h.
O programa, em formato de mesa
redonda, tem duração de 10 minutos e o objetivo de levar ao telespectador informações
úteis, mas fugindo dos assuntos noticiados pelos canais comerciais, buscando
pautas pouco exploradas nas grandes emissoras.
Bom, a primeira tarefa foi formar
um grupo de quatro integrantes. Como sempre, eu, Leandro Martins e Célia Santos
estávamos juntos nessa nova empreitada. Mas, dessa vez ganhamos um novo
parceiro: Rogério Moroti. Depois do grupo formado, chegou a hora de pensar em
uma pauta. O que falar em um programa de TV, que as grandes emissoras ainda não
tenham falado?
Pensamos em um entrevistado, mas
a pauta não estava consolidada o suficiente e acabou caindo. Para os leigos:
quando a pauta cai, significa que ela não foi aceita pelo o editor, no nosso
caso, as professoras da disciplina.
Confesso que nessa época
estávamos com tantos trabalhos, sem contar a monografia, e não conseguíamos
parar para pensar em um assunto bacana. Até que um dia, surge a solução na
porta da sala de aula: Carlos Henrique de Souza.
Carlos Henrique cursa Publicidade
e Propaganda e é diretor de um grupo de teatro cristão chamado Cia Parábolas.
Ele tinha acabado de apresentar a peça Jogo de Verdades, no Auditório Meira
Junior do Theatro Pedro II, e é uma pessoa que tem bastante conteúdo, além de
se expressar muito bem.
Para compor o cenário do TVT é
necessário um apresentador, que abre o programa, faz perguntas e o encerramento.
E possui também mais três entrevistadores. A participação dos apresentadores
está em ordem anti-horária e o entrevistado fica localizado no meio do cenário,
com o a logo do programa no fundo.
Para exemplificar, neste primeiro
programa que gravamos, eu fui a apresentadora e os entrevistadores apareciam na
seguinte ordem: Leandro Martins, Célia Santos e Rogério Moroti, retornando para
mim novamente.
Temos três câmeras. A primeira
câmera fica junto do TP, que nada mais é que uma câmera que possui um televisor
embaixo, onde vai passando o texto de abertura para o apresentador ler. Essa
câmera começa focando no apresentador e depois fica o tempo todo no
entrevistado. A segunda câmera é a geral, ela pega imagem de todos os
entrevistadores e o entrevistado juntos. Ela é fixa, não tem movimento. A
terceira câmera fica com o cameraman (Marcelo Guerreiro), que é a única câmera
que tem movimento e pode fazer imagens diferentes, trabalhando com zoom.
Esse programa teve o apoio da
professora Cris Dias e a produção de Larissa Costa, Luara Gallacho, Lucas
Moreira, Natália Dovigo e Thais Mantoani. A videorreportagem foi feita por
Leandro Martins. Como eu disse no post Telejornalismo,
muitas pessoas contribuem para um telejornal, mas não aparecem. O
telejornalismo não funciona sem uma equipe muito bem integrada.
Com esse programa conquistamos o 1º lugar da modalidade Telejornalismo: programas no Prêmio Unaerp Mostra de Atividades - edição 2011.
Com esse programa conquistamos o 1º lugar da modalidade Telejornalismo: programas no Prêmio Unaerp Mostra de Atividades - edição 2011.
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| 1º lugar - Modalidade: telejornalismo: programas, na Mostra de Prêmio Unaerp 2011 |
Assista
agora o TVT Entrevista sobre o tema Teatro Cristão:
-A
Cia Parábolas foi um dos 30 selecionados pelo projeto Amigos da Casa 2012, do
Theatro Pedro II, que possibilita a apresentação de grupos locais no palco
principal do teatro. Caso queira conhecer um pouco mais sobre o grupo, basta
acessar o blog: http://ciaparabolas.blogspot.com/.
-Para
conferir a programação da TV Unaerp é só acessar o site: http://tv.unaerp.br/
23 de fevereiro de 2012
Telejornalismo
No 2º semestre de 2011, me
deparei com a disciplina que se tornou um grande desafio para mim: telejornalismo. Chega até ser engraçado
isso, porque eu decidi ser jornalista por causa de dois jornalistas
apresentadores de um grande telejornal.
Quando eu me encantei pelo
jornalismo, a única referência que eu tinha era o Jornal Nacional. Não tinha TV a cabo, internet, não conhecia outros
canais e nem outras maneiras de perceber o jornalismo. Foi a partir dessas
dificuldades, que busquei em livros, a essência e as características da
profissão. Naquela época, eu achava um máximo ser repórter de TV. Não que hoje
eu não ache isso, mas depois que entrei na faculdade, eu ampliei o meu
horizonte e percebi o quanto o jornalismo está presente em outros meios de
comunicação e aprendi o tipo de texto que cada veículo exige.
Ouço muito a seguinte frase:
“Daqui a pouco vou te ver no lugar da Fátima Bernardes (ou Patrícia Poeta)”. As
pessoas se aproximam daquilo que veem todos os dias, dos rostos que entram em
suas casas todas as noites, mas por trás daqueles rostos há uma equipe inteira
que trabalha muito e que não aparece. Já notaram o tanto de letrinhas que sobe
no final de cada telejornal? Cada grupo de letrinha representa os nomes das dezenas
de pessoas que colaboram para que um telejornal aconteça.
Mas voltando ao texto de
telejornal: eu amo escrever. Gosto de escrever muito, de dar detalhes, de
“desenhar” a notícia para o meu leitor. E quando eu passei a frequentar a
disciplina de telejornalismo eu
entendi que os textos de TV, em sua maioria, são curtos, limitando todos os
detalhes que eu acho interessante em uma matéria. E isso é extremamente
necessário devido à correria diária das pessoas e a necessidade de saber de
tudo um pouco, da enchente que aconteceu na região Sudeste até à seca da região
Norte.
Outra dificuldade veio no agir
naturalmente em frente às câmeras, segurar o microfone em uma distância que não
cubra a boca e em todos os outros detalhes que a TV exige. Afinal, televisão é
som e, principalmente, imagem. Quando eu fazia radiojornalismo, tudo fluía com
mais facilidade, eu me preocupada só com a voz, a entonação, a interpretação de
uma notícia, não existia preocupação com a imagem.
Depois de relatar as dificuldades
que venho enfrentando com o telejornalismo,
no post TVT Entrevista – 1º edição darei
detalhes sobre o meu primeiro trabalho para a TV.
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