12 de abril de 2021

Marketing não é só publicidade!

No último Natal, ganhei um dos meus presentes favoritos: livro (e chocolate rs). E durante o mês de janeiro, o livro Implantando Estratégia Digital – Guia para reinventar sua empresa, de Sunil Gupta, foi um companheiro quase que diário. A publicação traz dezenas de cases de empresas que fugiram das estratégias convencionais de Marketing e tiveram coragem para pensar fora da caixa.


Pense grande, comece pequeno e cresça depressa

Em 1999, nos calcanhares do Carrefour e do Walmart, a Tesco entrou no mercado sul-coreano, um dos mais lucrativos da Ásia. Quando começou a abrir lojas na Coreia com o nome Homeplus, a empresa teve um outro grande concorrente: o Emart, maior varejista coreano. Em 2006, tanto Carrefour quanto Walmart decidiram sair da Coreia. Com isso, o Emart assumiu as operações coreanas do Walmart e, três anos depois, passou a dominar o mercado.

Como a Tesco conseguiria atrair mais consumidores e competir com o Emart sem um investimento adicional significativo na abertura de mais lojas? A grande sacada surgiu da dor da maioria dos consumidores, que detestava fazer compras semanais no supermercado. Foi aí que a Tesco decidiu, literalmente, levar a loja até eles.

Leia o artigo completo, clicando aqui.


Não é sobre tecnologia, é sobre mentalidade analítica

Na virada de 2020 para 2021, finalizei a leitura do livro Transformação Digital, de David L. Rogers. Nas mais de 300 páginas, o autor defende que a transformação digital não tem a ver com tecnologia, tem a ver com estratégia e novas maneiras de pensar. “Transformar-se para a era digital exige que o negócio atualize sua mentalidade estratégica, muito mais do que sua estrutura de TI”.


A boa notícia é que a mudança é possível. Essas empresas não estão condenadas à extinção e podem transformar-se e florescer na era digital. Mas o que distingue as empresas que conseguem adaptar-se e progredir no mundo digital se comparado àquelas que fracassam? O autor explica que isso depende da forma como elas lidam com os cinco domínios da estratégia de negócios: CLIENTES, COMPETIÇÃO, DADOS, INOVAÇÃO E VALOR.

Leia o artigo completo, clicando aqui.


Inteligência Positiva para alcançar o sucesso e a qualidade de vida

Você já parou para pensar o porquê boa parte das suas metas de “Ano-Novo” é deixada de lado logo nos primeiros meses (ou dias) do ano seguinte? Por que novas habilidades comportamentais adquiridas em workshops em pouco tempo dão lugar a velhos hábitos? E por que a motivação de uma boa palestra termina quando você cruza a porta do evento?


Em 2020, li o livro Inteligência Positiva – Por que só 20% das equipes e dos indivíduos alcançam seu verdadeiro potencial e como você pode alcançar o seu, de Shirzad Chamine, e descobri uns “inquilinos” nada agradáveis que vivem dentro dos nossos cérebros e que são os grandes responsáveis por desperdiçarmos tempo e energia vital sem chegar nem perto do nosso verdadeiro potencial.

Já ouviu falar no conceito Inteligência Positiva? Basicamente, nossa mente desempenha dois importantes papéis: grande amiga e principal inimiga. Esse tipo de inteligência é responsável por medir essas duas forças opostas. Para simplificar, podemos dizer que uma mente que tenha Inteligência Positiva alta age como nossa amiga bem mais do que como nossa inimiga. Ou seja, ela é o controle que temos sobre nossa própria mente.

Leia o artigo completo, clicando aqui.


12 de julho de 2020

Uma paixão chamada Educação Financeira

É engraçado como o destino trilha caminhos que fazem todo sentido com a nossa criação, nossos hábitos e hobbies. Na infância, nunca tive a tal “mesada”, não com esse nome pelo menos. Durante o ensino primário, era comum levarmos o lanche de casa para comer na “hora do recreio”. Porém, quando entrei no Ensino Fundamental 2, todos os dias, meu pai passou a me dar um dinheirinho para o lanche e, no Ensino Médio, essa verba diária ganhou um upgrade.

Designed by Freepik
Bom, o fato é que na maioria das vezes eu guardava esse dinheiro para comprar outras coisas que eu gostava (folhas de fichário desenhadas – era moda na época –, canetas de gel, adesivos etc.). Além disso, minha mãe vivia fazendo deliciosos quitutes (aliás, bem disputados pelas minhas amigas) diminuindo a necessidade de comprar o lanche na cantina.

Quando terminei o colegial, procurei emprego na minha área – na época, como desenhista/cadista, visto que já tinha o diploma de Técnica em Edificações há 6 meses. Ou seja, com 17 anos estava recebendo o salário mínimo da época.

Leia o artigo completo, clicando aqui.

11 de julho de 2020

Do AutoCAD ao InDesign: o layout sempre se fez presente

Durante minha infância, a arte de desenhar não estava entre as minhas habilidades. Em contrapartida, sabia pintar muito bem e ficava orgulhosa quando as professoras me convidavam para colorir os desenhos de festas temáticas da escola. Na terceira série do Ensino Fundamental, ganhei um presente que me estimulou ainda mais: uma caixa de lápis com 36 cores da Faber Castell (sonho de muita criança da década de 1990).

Designed by Freepik
Em contrapartida, o desenho à mão nunca fez parte da minha lista de habilidades. Isso não foi um problema até eu conseguir meu primeiro emprego. Na época, trabalhava como desenhista/cadista e desenhava de tudo (de projetos arquitetônicos a plantinhas para decorar esses projetos), porém usava apenas o programa AutoCAD. O meu chefe, que era arquiteto, esse sim era um verdadeiro artista: fazia belíssimas perspectivas à mão, usando apenas lápis preto, papel vegetal e a antiga prancheta. Eu admirava aquele dom e não me conformava de não saber fazer nem uma casinha usando lápis e papel.

Pois bem, encontrei nos arquivos do escritório de Arquitetura uma apostila que ensinava como fazer perspectivas com ponto de fuga. Passei uma manhã lendo aquilo e tentando entender. Antes de sair para o almoço, meu chefe perguntou o que eu estava fazendo. Falei que queria aprender a fazer perspectiva que nem ele. Ele disse: “senta aqui, em 15 minutos te explico e você vai aprender”. É claro que duvidei. Mas, milagrosamente entendi a teoria.

Leia o artigo completo, clicando aqui.

28 de agosto de 2018

A leitora que habita em mim


Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.
Bill Gates

Além das bonecas, utensílios de cozinha e todas as outras coisas que meninas sempre ganhavam na infância durante os anos de 1990, eu também tinha muitos jogos com letras. Tinham letras de papelão, de madeira, não importava o material, mesmo não sabendo ler e escrever eu adorava aquilo tudo. Para mim, a letra “B” era a mais bonita (confesso que o meu nome pode ter tido certa influência nisso).

Designed by Freepik
Tenho a impressão de que já gostava de ler, antes mesmo de aprender a ler. Antes de ingressar no jardim de infância, sempre via meu irmão com algum gibi na mão. Meus pais compravam muitos gibis (principalmente, da Turma da Mônica – aliás meu preferido até hoje). Mas tinha um específico que chamava muito a minha atenção: Gibi do Chaves (aquele do seriado mexicano).

Eu olhava para ele, folheava e não tinha noção do que estava escrito ali. Depois, chorava, abria um berreiro, dizia que era burra e que nunca aprenderia a ler (pudera né? Eu tinha uns quatro anos de idade e ainda nem tinha pisado na escola). Minha mãe dizia que quando eu fosse à escola, logo aprenderia, mas isso demoraria um pouco ainda. Enquanto isso, o coitado do meu irmão era obrigado a ler os gibis para mim.

Leia o artigo completo, clicando aqui.

1 de agosto de 2018

Sua educação no trânsito é a mesma no ambiente corporativo?


Com a volta às aulas de algumas escolas, tenho visto muito motorista impaciente e nada gentil no trânsito, além de muitos acidentes (inclusive com vítimas fatais). Muitos não respeitam a faixa de pedestre, aceleram quando a pessoa ainda está no meio da via (não sei se é para intimidar ou fazer a pessoa andar mais rápido, mesmo que ela já esteja correndo) ou saem com pressa das garagens e estacionamentos sem se importar com quem está passando na calçada.

Designed by Freepik
Diante de tudo isso, eu sempre me pego pensando: como será trabalhar com pessoas desse tipo? Será que o comportamento que elas têm no trânsito é o mesmo no ambiente de trabalho?

Leia o artigo completo, aqui.