21 de fevereiro de 2017

Sua carreira é um filho, mas ela não atinge a maioridade aos 18

Recentemente, entrevistei uma coach de carreira que disse algo que me chamou a atenção: “carreira é que nem filho, você tem que criá-la”. Muitas pessoas entram em um emprego, adquirem certa estabilidade e se não houver nenhum imprevisto, continuam executando as mesmas tarefas, da mesma forma como aprendeu no primeiro dia de trabalho; ou seja, sem inovar em nada.
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Isso é tão comum, que em outra entrevista uma consultora confidenciou que o projeto que foi escrito para o primeiro cliente de uma empresa – essa com aproximadamente 10 anos de fundação – vem sendo “salvado como” e os colaboradores só mudam informações específicas. Passam anos, mudam os funcionários, muda a ortografia do país e ninguém alterou esse projeto.

Trazendo isso para minha área, desde a época da faculdade escuto que o jornalismo vai acabar. Muitas pessoas argumentam: “isso nunca vai acontecer, as pessoas precisam de informação”. Porém, o jornalismo tradicional realmente está deixando de existir e assim como qualquer outra profissão, ele está se reinventando e se modernizando, prova disso é que disciplinas sobre empreendedorismo e gestão chegarão aos cursos de jornalismo dasuniversidades brasileiras até 2018.

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30 de janeiro de 2017

2017: ano de tirar a poeira dos livros

Conheço muitas pessoas que têm dificuldade de colocar a leitura em dia ou de, pelo menos, ler uma parte dos livros que expõem na prateleira. Com a correria do cotidiano, o prazer da leitura acaba ficando em segundo plano. Mas, como tudo nessa vida, basta um mínimo de estímulo e um pouco de organização para encontrar um tempinho para esse delicioso passatempo.

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Há alguns anos, conheci o site Skoob, uma rede social que compartilha informações sobre os livros que você leu, que está lendo ou relendo, os que quer ler, as leituras abandonada, por exemplo. Além disso, podemos ver a opinião das outras pessoas sobre determinados livros ou as resenhas feitas pelos próprios leitores.

Uma das ferramentas do Skoob que ajuda a motivar a leitura é o Paginômetro, que funciona da seguinte forma: a cada livro LIDO, a ferramenta contabiliza, através de informações de seu banco de dados, a quantidade de páginas que você já leu ao longo da sua vida. Para isso, é necessário cadastrar todos os títulos lidos. É claro, que existem alguns livros que ainda não estão na base de dados do site, porém é possível inserir todas as informações da obra e ajudar os outros leitores.

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10 de janeiro de 2017

Como e quando comecei a amar o Linkedin

Ao longo dos anos, conheci muitas pessoas que não se interessavam por palestras, cursos e workshops. O fato de eu gostar desses tipos de eventos desde muito nova não significa que eu entendia a importância desses encontros. Ou que em cada um desses, eu poderia assimilar uma informação que poderia mudar minha carreira, conhecer um profissional interessante e aumentar o meu networking.

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Tenho um exemplo bem prático sobre isso: em abril de 2016 assisti um curso de oito horas com o social media de 17 marcas da Editora Globo, o Cristiano Santos. O curso era sobre mídias sociais e nele o Cristiano apresentou uma série de acertos e erros de grandes e pequenas empresas e, até mesmo, de famosos ou desconhecidos nas redes sociais.

Nesse curso, tive a possibilidade de conhecer pessoas de várias cidades e que até hoje troco dicas de livros, cursos e informações da área de Comunicação. Além disso, eu me rendi aos encantos do Linkedin. É claro, que como uma boa comunicadora, eu já tinha uma conta criada e o perfil parcialmente preenchido. Porém, eu não tinha dimensão da dinâmica e da força dessa rede social.

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27 de dezembro de 2016

Organização: nasci sem e agora?

Quem não conhece uma pessoa que vive reclamando por esquecer compromissos ou tarefas importantes? Ou que não encontram aquele documento ou relatório, seja impresso ou virtual, antes de uma reunião decisiva no trabalho?

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Muitas pessoas têm dificuldades em levar uma vida organizada. Isso não é necessariamente um problema profissional, desde que não interfira na carreira, na produtividade e no cumprimento dos prazos. Mas, e se a desorganização da vida pessoal começa a interferir no ambiente de trabalho? É preciso mudar.

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14 de dezembro de 2016

Prezenter

Recentemente, participei de uma palestra chamada Prezenter, do consultor Bruno Andrade, da PupaTech. Neste encontro, Bruno mostrava por meio de slides, que ele coletou ao longo da sua carreira, o quanto a simplicidade pode contribuir, e muito, para uma apresentação.

Palestra Prezenter, de Bruno Andrade
Muitas pessoas acreditam que desenvolver slides cheios de firulas, movimentos, cores e formas pode ser algo atrativo para o público. Outras acham que é preciso reafirmar a sua marca – por meio de aplicação do logotipo em cada slide – o tempo todo durante uma apresentação. Esse excesso de imagens e informações irrelevantes só tem uma função: comprometer o entendimento da sua plateia.

Uma apresentação de PowerPoint tem a função de guia para o palestrante, o que está descrito lá não pode de nenhuma forma competir com o que ele está dizendo. Percebemos em muitas palestras que as pessoas ficam lendo os longos textos na tela e não prestam o mínimo de atenção no orador.

Outra dica bacana: o palestrante não precisa necessariamente fazer uso de imagens que estão diretamente ligadas ao tema. Vamos supor que você tenha que explicar para uma plateia o quanto a vida corrida, a falta de exercícios físicos e uma alimentação inadequada podem prejudicar a saúde. Quais as primeiras imagens que vêm a sua cabeça? Um executivo com cara de esgotado e cansado? Talvez um prato repleto de comidas saudáveis ao lado de outro prato nem tão saudável assim? Ou uma pessoa sentada de frente à TV e outra caminhando na praça?

Por que você não poderia usar uma imagem de um painel de um carro com uma luz de alerta acesa? Imagina a curiosidade que será provocada na plateia. “Poxa vida, o cara está falando sobre vida agitada, alimentação, exercício... o que tem a ver com esse painel?”. Isso é uma forma de chamar a atenção da plateia para o que você está falando e de despertar a atenção para o que você ainda tem a dizer.

É claro que para ter slides simplificados, o palestrante tem que ser muito bem preparado. Tem coisa pior do que quando você investe seu tempo para assistir a uma palestra e orador passa boa parte da apresentação de costas para você e lendo os longos textos na tela?

Se você está montando um slide ou uma apresentação, PARE agora e leia essas dicas:
1- use menos texto possível (o conteúdo tem que estar na sua cabeça e não na tela)
2- busque fotos de alta resolução (nada pior do que ver imagens craqueladas)
3- não coloque sua logomarca em todos os slides da apresentação (principalmente se a palestra for para colaboradoras da própria companhia)
4- não use movimentos na transição de slides (isso deixa as pessoas zonzas)
5- use cores que ficam harmônicas na tela (lembre da sensação de quando você entra na praça de alimentação do shopping, se depara com tantas cores fortes e vibrantes e não sabe para onde olhar)
6- use fontes sem serifa como Arial, Calibri, por exemplo (deixe a Times New Roman para documentos impressos)
7- seja criativo, utilize imagens que rementem ao tema indiretamente (lembre da dica do painel do carro que falei no início deste texto)

Com uma apresentação clean e com o bom conteúdo que você tem para compartilhar, sua plateia ficará conectada com você durante o período que durar a apresentação. 

22 de setembro de 2016

15 dicas para você que trabalha com comunicação

É interessante o quanto a nossa carreira toma rumos diferentes e a nossa visão de vida e de mundo muda com o passar dos anos. Durante a faculdade de Comunicação Social com ênfase em Jornalismo, eu já tinha uma lista do que eu gostava e não gostava na comunicação. Assessoria de imprensa, por exemplo, estava na lista do que eu não gostava. A visão que eu tinha sobre esse trabalho era antiga e limitada.


O artigo na íntegra está disponível no Linkedin Pulse, clique aqui e acesse.

8 de setembro de 2016

Piquenique x networking

Na correria diária vamos adiando os cafés, almoços ou jantares com os amigos ou colegas de profissão. Mas isso é tão ruim, pois ficamos distantes do que o outro está fazendo, quais os projetos que ele está envolvido, como você pode contribuir e como os dois podem ganhar com a troca de experiência e informação.

Bom, já que tempo virou coisa rara, resolvi juntar um desejo da infância e a disponibilidade de horário nas manhãs de domingo. Por que não fazer um piquenique no parque em um domingo de manhã? A ideia foi bem aceita pelos amigos, que toparam de imediato. Além de aproveitar o solzinho da manhã, podemos confraternizar e trocar ideias e experiências de trabalho, serviços e cursos.

Parque Municipal Dr. Luis Carlos Raya, Ribeirão Preto (SP)
Mas como reunir 15 pessoas de cidades diferentes em uma mesma data? A organização foi bem simples: criei um evento secreto no Facebook, convidei amigos interessados, fiz enquete no evento com quatro possíveis datas e a que fosse mais votada seria a dada escolhida. É claro que não conseguimos reunir todos, mas pelo menos garantimos a maioria com a condição de que haveria outros piqueniques. E foi assim que aconteceram três edições do Piquenique no Parque, em dois parques diferentes de Ribeirão Preto (SP). Isso é legal, porque tinham amigos de outras cidades que nunca tinha entrado em alguns desses espaços de lazer.

2ª edição do Piquenique no Parque
1ª edição do Piquenique no Parque
A palavra networking significa rede de contatos, sua importância para a carreira profissional é tão forte que existem vários artigos na internet que explicam o conceito, dão dicas de como fazer bom networking, como e quanto utilizar essa rede de contatos estabelecida. Veja por exemplo, o texto A importância doNetworking, do portal Folha Dirigida.

Moral da história: quem anda sem tempo para conversar com os amigos ou colegas de profissão, tente buscar horários e programas alternativos. No caso do piquenique, alia encontro ao ar livre, prática de exercícios físicos, custo baixo e boa conversa.