22 de dezembro de 2014

Central Globo de Jornalismo e Editora Abril

Aprovando ou não o jornalismo da Rede Globo e gostando ou não das publicações da Editora Abril, o fato é que essas duas empresas de comunicação são gigantes e reservam muitas dicas para os profissionais da área e, principalmente, para os estudantes de jornalismo e/ou recém-formados. Bom, em setembro de 2012, tive a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre essas empresas, ambas da cidade de São Paulo-SP.

Alunos de todos os anos do curso de Jornalismo da Unaerp participaram dessa viagem pedagógica. Primeiro, chegamos na Editora Abril, conhecemos uma parte do imenso edifício que, na época, trabalhavam mais de 4 mil colaboradores, e depois tivemos uma palestra com alguns jornalistas da editora. No final também ganhamos um exemplar do livro A Revista no Brasil.
Certificado da visita na Central Globo de Jornalismo e na Editora Abril
Depois seguimos para a Central Globo de Jornalismo (CGJ). Pudemos conhecer os estúdios do Jornal Hoje, Jornal da Globo, Programa do Jô, Domingão do Faustão, a redação do Globo Rural, além de topar com alguns jornalistas famosos da casa como Ernesto Paglia e Cesar Tralli. Além disso, também tivemos a oportunidade de conversar com alguns dos novos jornalistas, assim como nós, que estavam participando do programa Profissão Repórter, comandado pelo Caco Barcellos, que por poucos minutos não conseguimos conhecê-lo.

Sentamos na bancada do SPTV, que ao fundo fica a Ponte Estaiada Octávio Frias de Oliveira, e fizemos diversas fotos. Afinal de contas, estudante adora fazer essas coisas. Conhecemos boa parte da infraestrutura da CGJ e pudemos compreender um pouco da dimensão de tudo aquilo. Abaixo, tem algumas fotos dessa visita, para o leitor também conhecer um pouco mais sobre essas duas gigantes empresas de comunicação.

Editora Abril, em São Paulo-SP
Central Globo de Jornalismo, em São Paulo-SP
Bancada do SPTV

2 de dezembro de 2014

Doadores de voz

Antes de entrar na faculdade de jornalismo, nunca tinha imaginado que a voz era algo que pudesse ser doado. Eu não sabia da existência de projetos como o Grupo de Áudio do Curso de Comunicação Social da Unaerp, que tem como objetivo a gravação de áudio de vários livros que ainda não foram transformados em audiobooks, promovendo, assim, a democratização da leitura junto aos deficientes visuais.

O convite para participar desse grupo foi feito pelo professor de Radiojornalismo Gil Santiago, em 2010. Eu, Leandro Martins e Célia Santos decidimos fazer parte da equipe e escolhemos para gravar o livro O Xangô de Baker Street, de Jô Soares. O livro era um pouco extenso, 352 páginas. Demoramos alguns meses para terminar. Perdemos algumas horas de gravação, mas isso não foi empecilho para que deixássemos de finalizar a leitura desse livro.
Leandro Martins, Célia Santos e eu
Terminada a leitura do “Xangô”, Gil Santiago pediu para que lêssemos outro livro, chamado de Nós e os outros: histórias de diferentes culturas, de Gonçalves Dias. Não me lembro o motivo, mas a Célia não conseguiu participar dessa leitura, que acabou sendo feita por mim e Leandro. Essas gravações eram realizadas nos horários vagos de aulas. A cada semestre tínhamos, pelo menos, o equivalente a duas aulas vagas por semana e era esse precioso tempo que usávamos para participar do projeto.

As gravações foram feitas por Henrique Falleiros e a edição do áudio ficou por conta de Edinho Luiz. Lembro de muitas gargalhadas durante as gravações, principalmente quando tínhamos que ler algumas expressões com o sotaque francês de alguns personagens do livro do O Xangô. Quem nos salvou das expressões mais difíceis foi a Célia, que com o seu jogo de cintura tirou de letra as palavrinhas estrangeiras.


26 de novembro de 2014

Rádio Eldorado

Acredito que a disciplina de Radiojornalismo foi uma das que mais me chamou a atenção durante a faculdade. Era incrível apresentar rádio ao vivo. Lidar com os imprevistos e improvisos, falar e imaginar que do outro lado tem alguém muito interessado em ouvi-lo, esteja essa pessoa no carro, em casa ou no trabalho. Confesso que dava aquele frio na barriga cada vez que escutava a vinheta de abertura do programa Frequência Universitária, da Rádio Eldorado (1330 AM), do qual tive a oportunidade de ser editora e repórter, mas posso afirmar que foi uma das melhores experiências da minha carreira.

Os primeiros trabalhos no rádio foram simples: produção de boletins informativos com, no máximo, dois minutos. Primeiro individual, depois em dupla – no caso apresentei com a colega de turma Natalia Dovigo – e finalmente em trio – eu, Natalia e Paula Alves, amiga querida e que passado algum tempo descobriu que seu futuro era a faculdade de História.

Eu, durante a apresentação do Frequência Universitária
Depois de “experientes” em boletins, passamos para a produção de radiojornal: Frequência Universitária. No início, o programa durava cerca de 30 minutos. Nós tratávamos de vários assuntos: economia, tecnologia, meio ambiente, saúde, dicas de filme e, a minha editoria favorita, “Eu já li esse livro”. Adorava poder comentar um pouco sobre alguns dos livros que já li. P A U S A: para os viciados em leitura, tem uma rede social super bacana chamada Skoob, vale a pena conhecer.

Quando produzi o primeiro programa sozinha, o Frequência não tinha apenas 30 minutos, agora era um programa de duas horas. Foi um grande desafio selecionar notícias e dicas interessantes para entreter o ouvinte por 120 minutos. Mas, modéstia parte, eu e minha equipe (Camila Ruiz, Jaqueline Terra, Marília Ulian e Mishelly Aloísio, com supervisão do professor Gil Santiago e edição de áudio do querido Serginho Silva) fizemos um excelente programa. Ah, tem outro detalhe, o Frequência era veiculado no horário da nossa aula, que se não me falha a memória era de quinta-feira à noite, mas tinha uma edição extra no sábado, que não era obrigatória a presença dos alunos. Quando eu não trabalhava nos finais de semana – na época eu era desenhista/cadista – eu corria para a Rádio Eldorado.

Serginho, Bruna, Gil, Marília, Jaqueline e Mishelly
Para garantirmos um bom conteúdo durante os programas, nós também preparávamos matérias ou realizávamos entrevistas ao vivo no estúdio com um convidado. Nesse período, tive a oportunidade de produzir três matérias de rádio com os seguintes temas: segurança eletrônica (de 5 minutos), transporte público para deficientes (de 4 minutos, que fiz junto com o meu amigo Leandro Martins) e Associação Arquitetos do Bem (de 3 minutos). Além disso, produzi uma matéria especial (de 10 minutos), em parceria também com o Leandro, chamada Suave Caminho, que foi premiada na Mostra de Prêmio Unaerp 2010, garantindo o primeiro lugar na modalidade Radiojornalismo: matérias jornalísticas, e também foi uma das matérias selecionadas em um concurso nacional da Rádio Cultura de São Paulo, que tinha como objetivo veicular as melhores matérias na rádio (ZYK 520 – 1200kHz). Suave Caminho foi ao ar para todos os paulistanos no dia 23 de outubro de 2010. Caso o leitor queira conhecer essa história, clique aqui.

Célia Santos, Thais Mantoani, Larissa Costa, Josiane Rodrigues, Natalia Dovigo, Thiago Mariano e Bruna Zanuto
Bom, o rádio foi tão influente no período em que estive na faculdade, que a minha monografia não poderia ser sobre outro assunto. No post Repórter Esso, o leitor vai descobrir como eu e meu grupo escolhemos esse lendário radiojornal para ser o assunto que iriamos pesquisar e escrever durante um ano.

Uma das apresentações do Frequência Universitária no sábado: Thiago Mariano e Bruna Zanuto

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2 de setembro de 2014

Documentário Os Seus

O curso de jornalismo tem uma organização diferente de outros cursos de ensino superior. No nosso caso, apresentamos a monografia no terceiro ano de faculdade (conheça minha monografia, clicando aqui) e no quarto e último ano da faculdade temos um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), que consiste na produção de um documentário.

A proposta da disciplina de Telejornalismo IV era a seguinte: cada aluno tinha que produzir um pitching, que era a apresentação e a defesa de um tema para documentário. Respirando e vivenciando a música, no período em que trabalhei na assessoria de imprensa da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, não teve como eu não ser influenciada. Obviamente, sugeri a história da Orquestra como tema de um documentário. Clique aqui e veja a apresentação do meu pitching.

A sinopse que eu defendi foi a seguinte: “Cultivo da Boa Música é um documentário que busca resgatar a história da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, a segunda mais antiga do país, que viveu grandes momentos, mas sobreviveu também a várias crises. A narrativa será construída através do relato dos músicos, sendo muitos estrangeiros que atravessaram continentes pela paixão à música, assim como o fundador da orquestra o alemão Max Bartsch, que há 74 anos transformou o sonho em melodia”.

Bom, das 20 sugestões de documentários, quatro seriam aprovados e produzidos. Dessa forma, os alunos poderiam escolher em quais documentários gostariam de participar. Minha amiga Larissa Costa apresentou um roteiro peculiar, que chamou muito a nossa atenção. Veja a seguir, a sinopse apresentada por ela:

Capa do DVD do Projeto DOC 2012
“O documentário Os Seus vai contar a história de três personagens, que tem em comum profissões que estão sendo extintas. ‘Santo, Zezinho, Alemão - Os Seus’ podem ser as últimas referências de atividades manuais que estão se perdendo na cena urbana. A produção pretende traçar um paralelo dessas mudanças sob o olhar do calceteiro, barbeiro e alfaiate que ainda resistem na cidade”.

Eu, Larissa, Leandro Martins e Célia Santos optamos por votar na sugestão do documentário da Larissa, que além de ser muito bacana e diferente, exigiriam apenas três gravações, que seriam com as fontes-chaves do nosso trabalho: o “Seu” Santo, o “Seu” Zezinho e “Seu” Alemão. O “seu” tão usado no lugar da palavra “senhor”, foi a sacada para o nome do nosso documentário: Os Seus. Ah, vale lembrar que para esse projeto ganhamos um integrante que foi fundamental: João Valdevite.

Documentário aprovado, partimos para elaboração do roteiro e agendamento das entrevistas. Foram muitos dias, e noites, de trabalho. Sem contar as longas decupagens, que para quem não sabe o que significa é escutar e anotar tudo o que foi falado na entrevista, eu disse TUDO. Acredito que foram cinco horas de gravação. Contamos com a supervisão das professoras Flavia Martelli e Cris Dias e edição de vídeo e captação de imagem de Marcelo Guerreiro. O documentário, modéstia parte, ficou lindo e a trilha sonora é maravilhosa, utilizamos obras conhecidas do compositor Alberto Nepomuceno (1864-1920).
E com vocês: Os Seus


A Mostra de Documentários da Unaerp aconteceu no 2º semestre de 2012, no Teatro Bassano Vaccarini. A mostra foi divulgada na imprensa local. Veja a imagem abaixo:

Jornal Tribuna Ribeirão


Para nossa alegria, dois dos nossos entrevistados estiveram presentes na nossa apresentação. Veja abaixo, fotos da Mostra de Documentários.


Larissa Costa, Bruna Zanuto, Leandro Martins, João Valdevite e Célia Santos - apresentação do documentário Os Seus

Esposa do Seu Zezinho, Zezinho, Larissa, Seu Santo, Leandro, Célia, João e Bruna

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12 de agosto de 2014

Avatar Robin Hood de Saia

Desde o dia que criei o Robin Hood de Saia, há três anos, eu queria um avatar de uma garota, vestida de Robin Hood e com alguns objetos presentes na vida de um jornalista: bloco de anotação e caneta. Infelizmente, não nasci com o dom para o desenho, mas felizmente, um tempo depois, encontrei uma pessoa com esse dom. Logo abaixo, o leitor vai conhecer o criado do avatar Robin Hood de Saia.

Com nove de anos de idade, Bruno Tosti descobriu a facilidade que tinha para o desenho. Suas primeiras caricaturas eram de personagens de desenho animado. A inspiração pode ter vindo do pai, que há muitos anos tinha como hobby o desenho, e dos primos que cresceram junto com o jovem. Acostumado a desenhar caricaturas de pessoas excêntricas, Bruno também tem talento para mangás e comics.

Robin Hood de Saia: Como é o processo de criação de uma caricatura?
Bruno Tosti: Costumo dizer para os meus amigos que basta eu estar com mau desempenho na faculdade que eu começo a desenhar. É como se fosse uma válvula de escape. Minha inspiração para caricaturas vem quando fico entediado ou conheço pessoas excêntricas.

RHS: Você tem algum ritual para começar a desenhar?
Bruno: Engraçado que minha inspiração pra desenhar vem, muitas vezes, em horas impróprias, durante as aulas, por exemplo. Eu também adoro desenhar ouvindo música, é um dos meus combustíveis.

RHS: Você fez algum curso para aprimorar as técnicas de desenho?
Bruno: Não, mas hoje o que eu mais tenho vontade é de me especializar nessa área.

RHS: No início de um desenho, você utiliza várias formas geométricas e depois vai dando uma “cara” para essas formas. Essa técnica você desenvolveu ou aprendeu com alguém?
Bruno: Sim, é o chamado esboço. Eu aprendi lendo muitas revistas específicas de desenho como, por exemplo, mangá. E atualmente acompanho alguns canais do YouTube. Existem várias técnicas de esboço, acabei mesclando tudo o que já vi. No caso da caricatura, eu crio formas que se assemelham às formas das "vítimas".

RHS: Quais os materiais que usa para no processo criação?
Bruno: Normalmente eu costumo usar lapiseiras com espessuras variadas de grafites. Para o esboço, uso grafites suaves que não marcam. Já com desenho digital, utilizo cores para separar os esboços.

RHS: Qual o programa de computador que você utiliza para dar o acabamento do desenho?
Bruno: Por falta de recursos, ainda não desenho através do computador, mas utilizo meu simples e querido celular. O aplicativo que uso é o Autodesk SketchBook Pro.

RHS: O que te chama atenção no rosto de uma pessoa, para você decidir criar sua caricatura?
Bruno: Formas que para mim são marcantes: olhos, orelhas, nariz, tudo o que eu perceber que se destaca. Baseado nessas observações, faço as caricaturas. Já desenhei a caricatura de boa parte dos meus professores da faculdade.

RHS: Em média quanto tempo demora para criar uma caricatura?
Bruno: Depende do quanto estou inspirado e familiarizado com a pessoa que vou fazer a caricatura. Eu cheguei a desenhar um professor em menos de dois minutos.

RHS: O avatar do Robin Hood de Saia foi seu primeiro desenho sob encomenda?
Bruno: Sim e eu gostei da forma como ocorreu, pois mantivemos contato e através de seus [Bruna Zanuto] feedbacks, construí a personagem a seu gosto e foi uma ótima experiência.

Bruno, que é técnico em edificações, está cursando o 8º semestre de Engenharia Civil e pretende seguir com a carreira de desenhista paralela ao seu trabalho em uma empresa de engenharia civil, com foco em obras rodoviárias. Interessados em encomendar caricaturas podem entrar em contato pelo e-mail desenhostosti@gmail.com ou pelo telefone (014) 998942103. 

E aí o que achou do avatar do Robin Hood de Saia? Deixe seu comentário logo abaixo!

9 de agosto de 2014

Mandando Ver

Prometido e cumprido. O leitor assíduo do Robin Hood de Saia sabe que no último post prometi voltar a fazer publicações periódicas e mostrar os vários trabalhos que produzi nos últimos anos da faculdade de jornalismo.

A novidade de hoje é o quadro Mandando Ver, que faz parte do telejornal Lente Aberta. O leitor também deve se lembrar das dificuldades que relatei sobre a disciplina de Telejornalismo, então esse foi mais um dos diversos desafios que tive no penúltimo semestre do curso.

Nesse período, as professoras de Telejornalismo III, Cris Dias e Flavia Martelli, disseram que iam fazer um teste para definir quem seria o apresentador do quadro Mandando Ver. Até então, o quadro sempre fora apresentado por uma única pessoa e em um fundo criado em computador. Isso aconteceu até o dia em que minha colega de classe e amiga, Larissa Costa, resolveu inventar moda. “Bruna, vamos sugerir para as professoras fazer um teste duplo e no anfiteatro da Unaerp?”.

Apresentadores e equipe de produção do Mandando Ver: Bruna Zanuto, Flavio Coelho, João Valdevite, Larissa Costa e Leandro Martins. Não apareceram nas fotos, mas esse dia também contou com as professoras Flavia Martelli e Cris Dias e o cinegrafista Marcelo Guerreiro
Topei né, afinal amigo é para essas coisas. Elaboramos uma dica de filme, que não me lembro qual, demos uma trabalheira para as professoras agendarem um dia no teatro, que vinha com a agenda lotada, não tivemos tempo de ensaiar, por causa dos nossos trabalhos, e fomos lá com a cara e coragem. Tudo na base do improviso.

Passado alguns dias, fomos comunicados de que não foi escolhido apenas um apresentador e nem dois apresentadores. E sim: três apresentadores (Eu, Larissa Costa e João Valdevite). Ou seja, como precisávamos de 12 indicações de filmes, cada um de nós gravamos quatro Mandando Ver. Os filmes Mamma Mia (texto de Larissa) e Orgulho e Preconceito (sugestão minha), eu apresentei com a Larissa. Já os filmes Perfume de Mulher (texto meu) e Piratas do Rock (sugestão do João), João e eu fomos os apresentadores.

Esse trabalho foi muito bacana, mas o leitor terá que me desculpar pelo sotaque de gente nascida e criada no interiorrr de São Paulo. Mas isso pode ser perfeitamente arrumado no futuro, com algumas sessões de fono. Agora abstraia o sotaque, foque nas dicas de filmes, depois corra para uma locadora (ou Netflix), estoure a pipoca e divirta-se bastante com a família e amigos. Ahhh, antes disso tudo, lembre de deixar seu comentário sobre esse post. Bom filme!







5 de agosto de 2014

Lente Aberta

Ok, sei que faz mais de um ano que eu não atualizo o Robin Hood de Saia, mas prometo voltar a fazer postagens periódicas trazendo muitas novidades. Tem uma que está no forno e que vai sair em breve. Não deixe de acompanhar o blog para descobrir.

Vamos voltar no 7ª semestre do curso de jornalismo, que estudei na Unaerp. Uma das disciplinas desse semestre era Telejornalismo III. E o desafio da vez era produzir e/ou apresentar o telejornal Lente Aberta. O leitor deve lembrar das dificuldades que relatei no post Telejornalismo. Mas nesse semestre tive que superar todas elas.


Tudo começou com um teste. Todos os alunos da minha turma tiveram que fazer uma apresentação-piloto para que as professoras pudessem definir quem seriam os apresentadores do telejornal. Eu e meu colega de turma Flavio Coelho fomos alguns dos escolhidos para a bancada. Cá entre nós: eu não fazia tanta questão de ser apresentadora. Mas como meu nome surgiu na lista, vamos lá!

Essa edição do Lente Aberta tem 22 minutos de duração e traz reportagens de Luara Gallacho, Lucas Martins e Célia Santos, dicas de filmes no Mandando Ver, apresentado por João Valdevite e Larissa Costa, e entrevista de Leandro Martins.

Assista ao Lente Aberta, apresentado por Bruna Zanuto e Flavio Coelho:


Ah, não esqueça de deixar seu comentário!

Apresentadores e equipe de produção no dia da gravação de 3 edições do Lente Aberta: 13 de junho de 2012