12 de abril de 2021

Minimalismo: onde o MENOS é MAIS

Desde que me entendo por gente, sempre fui muito organizada. Lembro que uma das minhas brincadeiras preferidas, aos 7 anos, era arrumar o guarda-roupa...rs. Para muitos isso parece loucura e para outros: inspiração. Mas gostaria de chamar a atenção para algo que aprendi com o tempo: o simples fato de uma pessoa ser organizada não a torna minimalista.


Na minha adolescência, eu tinha muitas coisas: seja objetos que eu guardava por motivos sentimentais ou por ver na televisão que um quarto “legal” de adolescente é um espaço repleto de decoração e objetos. Parece que isso era uma regra da época para o jovem mostrar sua personalidade através deste ambiente.

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Estratégia de Marketing: mexe ou não mexe em time que está ganhando?

 O case da Mastercard apresentado no último livro que tive a oportunidade de ler – Implantando  Estratégia Digital – Guia para reinventar sua empresa, de Sunil Gupta – me chamou muito a atenção. O que faz uma pessoa que herda uma marca forte e uma campanha publicitária famosa por quase duas décadas “mexer no time que estava ganhando”?


Quando Rajamannar (mais conhecido como Raja), novo diretor de Marketing da Mastercard, assumiu em 2013, ele herdou uma marca forte e a campanha “Não tem preço” (lançada em 1997 e que estava literalmente na “boca do povo”). O mais interessante é que ele não viu isso como um sinal de alerta parar permanecer da mesma forma. Pelo contrário, ele achou que era a hora de mudar e um de seus argumentos é que a marca precisava passar da contação de histórias para a criação de histórias, tornando os consumidores parte delas.

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Marketing não é só publicidade!

No último Natal, ganhei um dos meus presentes favoritos: livro (e chocolate rs). E durante o mês de janeiro, o livro Implantando Estratégia Digital – Guia para reinventar sua empresa, de Sunil Gupta, foi um companheiro quase que diário. A publicação traz dezenas de cases de empresas que fugiram das estratégias convencionais de Marketing e tiveram coragem para pensar fora da caixa.


Pense grande, comece pequeno e cresça depressa

Em 1999, nos calcanhares do Carrefour e do Walmart, a Tesco entrou no mercado sul-coreano, um dos mais lucrativos da Ásia. Quando começou a abrir lojas na Coreia com o nome Homeplus, a empresa teve um outro grande concorrente: o Emart, maior varejista coreano. Em 2006, tanto Carrefour quanto Walmart decidiram sair da Coreia. Com isso, o Emart assumiu as operações coreanas do Walmart e, três anos depois, passou a dominar o mercado.

Como a Tesco conseguiria atrair mais consumidores e competir com o Emart sem um investimento adicional significativo na abertura de mais lojas? A grande sacada surgiu da dor da maioria dos consumidores, que detestava fazer compras semanais no supermercado. Foi aí que a Tesco decidiu, literalmente, levar a loja até eles.

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Não é sobre tecnologia, é sobre mentalidade analítica

Na virada de 2020 para 2021, finalizei a leitura do livro Transformação Digital, de David L. Rogers. Nas mais de 300 páginas, o autor defende que a transformação digital não tem a ver com tecnologia, tem a ver com estratégia e novas maneiras de pensar. “Transformar-se para a era digital exige que o negócio atualize sua mentalidade estratégica, muito mais do que sua estrutura de TI”.


A boa notícia é que a mudança é possível. Essas empresas não estão condenadas à extinção e podem transformar-se e florescer na era digital. Mas o que distingue as empresas que conseguem adaptar-se e progredir no mundo digital se comparado àquelas que fracassam? O autor explica que isso depende da forma como elas lidam com os cinco domínios da estratégia de negócios: CLIENTES, COMPETIÇÃO, DADOS, INOVAÇÃO E VALOR.

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Inteligência Positiva para alcançar o sucesso e a qualidade de vida

Você já parou para pensar o porquê boa parte das suas metas de “Ano-Novo” é deixada de lado logo nos primeiros meses (ou dias) do ano seguinte? Por que novas habilidades comportamentais adquiridas em workshops em pouco tempo dão lugar a velhos hábitos? E por que a motivação de uma boa palestra termina quando você cruza a porta do evento?


Em 2020, li o livro Inteligência Positiva – Por que só 20% das equipes e dos indivíduos alcançam seu verdadeiro potencial e como você pode alcançar o seu, de Shirzad Chamine, e descobri uns “inquilinos” nada agradáveis que vivem dentro dos nossos cérebros e que são os grandes responsáveis por desperdiçarmos tempo e energia vital sem chegar nem perto do nosso verdadeiro potencial.

Já ouviu falar no conceito Inteligência Positiva? Basicamente, nossa mente desempenha dois importantes papéis: grande amiga e principal inimiga. Esse tipo de inteligência é responsável por medir essas duas forças opostas. Para simplificar, podemos dizer que uma mente que tenha Inteligência Positiva alta age como nossa amiga bem mais do que como nossa inimiga. Ou seja, ela é o controle que temos sobre nossa própria mente.

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12 de julho de 2020

Uma paixão chamada Educação Financeira

É engraçado como o destino trilha caminhos que fazem todo sentido com a nossa criação, nossos hábitos e hobbies. Na infância, nunca tive a tal “mesada”, não com esse nome pelo menos. Durante o ensino primário, era comum levarmos o lanche de casa para comer na “hora do recreio”. Porém, quando entrei no Ensino Fundamental 2, todos os dias, meu pai passou a me dar um dinheirinho para o lanche e, no Ensino Médio, essa verba diária ganhou um upgrade.

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Bom, o fato é que na maioria das vezes eu guardava esse dinheiro para comprar outras coisas que eu gostava (folhas de fichário desenhadas – era moda na época –, canetas de gel, adesivos etc.). Além disso, minha mãe vivia fazendo deliciosos quitutes (aliás, bem disputados pelas minhas amigas) diminuindo a necessidade de comprar o lanche na cantina.

Quando terminei o colegial, procurei emprego na minha área – na época, como desenhista/cadista, visto que já tinha o diploma de Técnica em Edificações há 6 meses. Ou seja, com 17 anos estava recebendo o salário mínimo da época.

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11 de julho de 2020

Do AutoCAD ao InDesign: o layout sempre se fez presente

Durante minha infância, a arte de desenhar não estava entre as minhas habilidades. Em contrapartida, sabia pintar muito bem e ficava orgulhosa quando as professoras me convidavam para colorir os desenhos de festas temáticas da escola. Na terceira série do Ensino Fundamental, ganhei um presente que me estimulou ainda mais: uma caixa de lápis com 36 cores da Faber Castell (sonho de muita criança da década de 1990).

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Em contrapartida, o desenho à mão nunca fez parte da minha lista de habilidades. Isso não foi um problema até eu conseguir meu primeiro emprego. Na época, trabalhava como desenhista/cadista e desenhava de tudo (de projetos arquitetônicos a plantinhas para decorar esses projetos), porém usava apenas o programa AutoCAD. O meu chefe, que era arquiteto, esse sim era um verdadeiro artista: fazia belíssimas perspectivas à mão, usando apenas lápis preto, papel vegetal e a antiga prancheta. Eu admirava aquele dom e não me conformava de não saber fazer nem uma casinha usando lápis e papel.

Pois bem, encontrei nos arquivos do escritório de Arquitetura uma apostila que ensinava como fazer perspectivas com ponto de fuga. Passei uma manhã lendo aquilo e tentando entender. Antes de sair para o almoço, meu chefe perguntou o que eu estava fazendo. Falei que queria aprender a fazer perspectiva que nem ele. Ele disse: “senta aqui, em 15 minutos te explico e você vai aprender”. É claro que duvidei. Mas, milagrosamente entendi a teoria.

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28 de agosto de 2018

A leitora que habita em mim


Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.
Bill Gates

Além das bonecas, utensílios de cozinha e todas as outras coisas que meninas sempre ganhavam na infância durante os anos de 1990, eu também tinha muitos jogos com letras. Tinham letras de papelão, de madeira, não importava o material, mesmo não sabendo ler e escrever eu adorava aquilo tudo. Para mim, a letra “B” era a mais bonita (confesso que o meu nome pode ter tido certa influência nisso).

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Tenho a impressão de que já gostava de ler, antes mesmo de aprender a ler. Antes de ingressar no jardim de infância, sempre via meu irmão com algum gibi na mão. Meus pais compravam muitos gibis (principalmente, da Turma da Mônica – aliás meu preferido até hoje). Mas tinha um específico que chamava muito a minha atenção: Gibi do Chaves (aquele do seriado mexicano).

Eu olhava para ele, folheava e não tinha noção do que estava escrito ali. Depois, chorava, abria um berreiro, dizia que era burra e que nunca aprenderia a ler (pudera né? Eu tinha uns quatro anos de idade e ainda nem tinha pisado na escola). Minha mãe dizia que quando eu fosse à escola, logo aprenderia, mas isso demoraria um pouco ainda. Enquanto isso, o coitado do meu irmão era obrigado a ler os gibis para mim.

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1 de agosto de 2018

Sua educação no trânsito é a mesma no ambiente corporativo?


Com a volta às aulas de algumas escolas, tenho visto muito motorista impaciente e nada gentil no trânsito, além de muitos acidentes (inclusive com vítimas fatais). Muitos não respeitam a faixa de pedestre, aceleram quando a pessoa ainda está no meio da via (não sei se é para intimidar ou fazer a pessoa andar mais rápido, mesmo que ela já esteja correndo) ou saem com pressa das garagens e estacionamentos sem se importar com quem está passando na calçada.

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Diante de tudo isso, eu sempre me pego pensando: como será trabalhar com pessoas desse tipo? Será que o comportamento que elas têm no trânsito é o mesmo no ambiente de trabalho?

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16 de julho de 2018

Organize sua vida e seja mais produtivo


Você é daquele tipo de pessoa que vive perdendo suas anotações? Ou arquiva vários links de artigos de sua área que gostaria de ler mais tarde? E nunca se lembra de levar o resultado do seu último exame de sangue para a consulta médica?

Seus problemas acabaram! 
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Há alguns anos, conheci uma plataforma organizacional: o Evernote. Com esse aplicativo, você pode salvar várias notas e organizá-las de várias maneiras. Vou explicar como organizei informações pessoais e profissionais para dar ideias de como explorar a ferramenta. Primeiro criei dois grandes cadernos: PESSOAL e PROFISSIONAL. Dentro desses cadernos, criei algumas pilhas de cadernos secundários que, por sua vez, são compostos pelas notas.

Dentro do caderno PESSOAL, por exemplo, organizei vários assuntos do meu interesse e que quero ter em mãos sempre que precisar como: alimentos saudáveis, exercícios físicos, receitas, lista de compras etc. Já no caderno PROFISSIONAL, separei os conteúdos que têm a ver com a minha área: marketing digital, aplicativos, SEO, cursos etc.

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25 de junho de 2018

Como se manter informado na correria do dia a dia?


Todo jornalista tem a obrigação de manter-se informado e estar conectado a tudo o que acontece na sociedade. Mas, atualmente, essa característica não é essencial apenas aos profissionais da área de comunicação. Qualquer pessoa, que busque um papel de destaque no ambiente corporativo, deve conter um bom repertório para fundamentar seus discursos – sejam eles apresentados em reuniões de negócios ou de alinhamento com a equipe.

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Em minha opinião, a internet ajudou e “piorou” o processo de manter-se informado. Calma, não me julgue quando eu digo que piorou. Pois, você já deve ter tido a sensação de que não consegue acompanhar a quantidade de notícias que são produzidas e compartilhadas diariamente. Se comparado ao “famoso jornal de domingo” – conhecido pele seu grande volume e reportagens robustas – hoje, a internet assusta muito mais.

Como uma boa jornalista, eu amo ler e adoro estar informada. Mas, diante da avalanche de notícias divulgadas a cada minuto, como saber de tudo um pouco – de política ao que estreia no Netflix, de tecnologia à saúde – sem ter uma “overdose de informação”?


Quer saber como?
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6 de junho de 2018

De desenhista a jornalista: como um curso técnico influenciou minha carreira


Em 2006, quando me formei em Técnico em Edificações, nem imaginava o quanto esse curso e meus anos trabalhando como desenhista em escritórios de arquitetura me ajudariam no jornalismo. Não só pelo fato de hoje eu escrever para uma revista técnica, voltada para engenheiros, arquitetos e agrônomos (apesar disso facilitar bastante as minhas entrevistas com eles e o entendimento de alguns termos técnicos). Mas também pelas outras habilidades e competências que eu adquiri durante os anos em que trabalhei como desenhista/cadista.

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Nem todos os meus colegas do jornalismo sabem da minha passagem pelo universo da arquitetura. Antes de ter o MTB de jornalista, eu tive o CREA de Técnico em Edificações. Em Lins (SP), minha terra natal, concluí o curso Técnico em Edificações seis meses antes de terminar o Ensino Médio. O estágio de alguns meses no escritório de engenharia de um professor e o meu conhecimento superficial (na época) em AutoCAD ajudaram-me a conquistar o primeiro emprego, um mês após a conclusão do colegial, em um escritório de arquitetura.

Critério
Alguns amigos e colegas de trabalho vivem brincando comigo sobre o meu “olhar” para detectar falhas em textos e diagramações. A habilidade de revisar textos e artes e de ser criteriosa com padrões e formas é uma “herança” da época de desenhista, na qual eu desenvolvia projetos de arquitetura extremamente detalhados tanto para serem aprovados em prefeituras quanto para os profissionais trabalharem na obra. Digamos que o “olhar" de quem trabalha com projeto fica “treinado” para encontrar uma linha ou um texto fora do lugar.

Quer saber quais são as outras habilidades que desenvolvi? CLIQUE AQUI e leia o artigo completo!

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29 de junho de 2017

O que aprendi com Nelson Mandela?

Acabo de ler o livro Bom dia, Sr. Mandela, escrito por Zelda la Grange, secretária pessoal do líder humanitário sul-africano durante quase 20 anos. O livro não apresenta a biografia de Mandela e sim o relato de situações que ele e sua secretária passaram no período que trabalharam juntos. É claro que muitos sabem da importância de Madiba – apelido carinhoso de Mandela– durante o apartheid – regime de segregação racial  que aconteceu na África do Sul, entre 1948 e 1994. Mas, ter a oportunidade de conhecer histórias pessoais e descobrir sua força e vontade de viver e trabalhar em prol das pessoas, realmente faz você repensar muitas coisas.

Crédito: Flickr lasanta.com.ec
União
Depois de passar 27 anos preso por causa do apartheid, ele foi eleito presidente da África do Sul em 1994. La Grange conta que após a eleição de Mandela, os sul-africanos brancos temiam retaliação pelo, então, presidente negro. Ela mesma, de origem africâner, tinha esse medo. Porém, a primeira ação que ele tomou ao assumir o poder foi garantir a diversidade racial em sua comitiva: ele escolheu colaboradores negros, brancos e indianos. Mandela sempre defendeu a igualdade racial e todo o seu legado foi para afirmar o seu pensamento.

Quer saber as outras quatros coisas que aprendi com Mandela? CLIQUE AQUI e leia o artigo completo.

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5 de maio de 2017

Já pensou em criar um grupo de estudos da sua área de atuação?

Imagem: Freepik.com
Esse ano eu comecei com um propósito muito forte: aprender, aprender e aprender mais um pouco. Mas aí também pensei: informação e conteúdo relevante foram feitos para serem compartilhados e multiplicados, só assim ganham ainda mais valor. Tenho alguns amigos da área de comunicação que, assim como eu, têm dúvidas sobre o uso de novas ferramentas, novos aplicativos ou das novas demandas do mercado.

Tive a oportunidade de fazer cursos muito interessantes da minha área neste ano e queria conversar sobre o que aprendi com alguém, testar as ferramentas e saber o que outras pessoas andam fazendo. Convidei dois amigos próximos que compartilhavam do mesmo sentimento – cada um com um tipo de trabalho e clientes de áreas bem diferentes – para nos reunirmos e trocarmos informações, dicas e experiências. Criamos um grupo de estudos da nossa área para reciclagem profissional.

Quer saber o resultado desse encontro? Leia a história completa, clicando aqui.

7 de abril de 2017

O que aprendi com Mario Sergio Cortella

Tempo é questão de prioridade”, escuto do filósofo Mario Sergio Cortella, em uma palestra realizada em Ribeirão Preto (SP). Essa foi uma das frases que mais me marcou nos últimos anos. Na palestra, Cortella disse que uma pessoa antes de sofrer um infarto vive dizendo que não tempo para atividade física ou ter uma boa alimentação. Depois de ficar doente, no dia seguinte – segundo ele – a pessoa já está com roupa de ginástica caminhando pelas ruas.

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Essa frase norteou muitas escolhas minhas nos últimos tempos. É tão comum escutar pessoas reclamando da falta de tempo para ler, estudar, aprender ou, até mesmo, para ouvir o outro. Eu, por exemplo, que adoro ler, fiquei um bom tempo sem folhear uma página, por causa da tal falta de tempo. Depois de escutar e incorporar o conceito dessa frase no meu cotidiano, muita coisa mudou.

Achei tempo para estudar, para colocar a leitura em dia, praticar atividade física – mesmo que eu ainda não consiga diariamente – e buscar uma alimentação mais saudável. Conversando com uma amiga no início do ano passado, eu disse “é tão difícil conciliar tudo: trabalho, atualização profissional, vida pessoal etc.”. Mas a resposta para tudo isso é “TEMPO É QUESTÃO DE PRIORIDADE”.

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21 de fevereiro de 2017

Sua carreira é um filho, mas ela não atinge a maioridade aos 18

Recentemente, entrevistei uma coach de carreira que disse algo que me chamou a atenção: “carreira é que nem filho, você tem que criá-la”. Muitas pessoas entram em um emprego, adquirem certa estabilidade e se não houver nenhum imprevisto, continuam executando as mesmas tarefas, da mesma forma como aprendeu no primeiro dia de trabalho; ou seja, sem inovar em nada.
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Isso é tão comum, que em outra entrevista uma consultora confidenciou que o projeto que foi escrito para o primeiro cliente de uma empresa – essa com aproximadamente 10 anos de fundação – vem sendo “salvado como” e os colaboradores só mudam informações específicas. Passam anos, mudam os funcionários, muda a ortografia do país e ninguém alterou esse projeto.

Trazendo isso para minha área, desde a época da faculdade escuto que o jornalismo vai acabar. Muitas pessoas argumentam: “isso nunca vai acontecer, as pessoas precisam de informação”. Porém, o jornalismo tradicional realmente está deixando de existir e assim como qualquer outra profissão, ele está se reinventando e se modernizando, prova disso é que disciplinas sobre empreendedorismo e gestão chegarão aos cursos de jornalismo dasuniversidades brasileiras até 2018.

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30 de janeiro de 2017

2017: ano de tirar a poeira dos livros

Conheço muitas pessoas que têm dificuldade de colocar a leitura em dia ou de, pelo menos, ler uma parte dos livros que expõem na prateleira. Com a correria do cotidiano, o prazer da leitura acaba ficando em segundo plano. Mas, como tudo nessa vida, basta um mínimo de estímulo e um pouco de organização para encontrar um tempinho para esse delicioso passatempo.

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Há alguns anos, conheci o site Skoob, uma rede social que compartilha informações sobre os livros que você leu, que está lendo ou relendo, os que quer ler, as leituras abandonada, por exemplo. Além disso, podemos ver a opinião das outras pessoas sobre determinados livros ou as resenhas feitas pelos próprios leitores.

Uma das ferramentas do Skoob que ajuda a motivar a leitura é o Paginômetro, que funciona da seguinte forma: a cada livro LIDO, a ferramenta contabiliza, através de informações de seu banco de dados, a quantidade de páginas que você já leu ao longo da sua vida. Para isso, é necessário cadastrar todos os títulos lidos. É claro, que existem alguns livros que ainda não estão na base de dados do site, porém é possível inserir todas as informações da obra e ajudar os outros leitores.

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10 de janeiro de 2017

Como e quando comecei a amar o Linkedin

Ao longo dos anos, conheci muitas pessoas que não se interessavam por palestras, cursos e workshops. O fato de eu gostar desses tipos de eventos desde muito nova não significa que eu entendia a importância desses encontros. Ou que em cada um desses, eu poderia assimilar uma informação que poderia mudar minha carreira, conhecer um profissional interessante e aumentar o meu networking.

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Tenho um exemplo bem prático sobre isso: em abril de 2016 assisti um curso de oito horas com o social media de 17 marcas da Editora Globo, o Cristiano Santos. O curso era sobre mídias sociais e nele o Cristiano apresentou uma série de acertos e erros de grandes e pequenas empresas e, até mesmo, de famosos ou desconhecidos nas redes sociais.

Nesse curso, tive a possibilidade de conhecer pessoas de várias cidades e que até hoje troco dicas de livros, cursos e informações da área de Comunicação. Além disso, eu me rendi aos encantos do Linkedin. É claro, que como uma boa comunicadora, eu já tinha uma conta criada e o perfil parcialmente preenchido. Porém, eu não tinha dimensão da dinâmica e da força dessa rede social.

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27 de dezembro de 2016

Organização: nasci sem e agora?

Quem não conhece uma pessoa que vive reclamando por esquecer compromissos ou tarefas importantes? Ou que não encontram aquele documento ou relatório, seja impresso ou virtual, antes de uma reunião decisiva no trabalho?

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Muitas pessoas têm dificuldades em levar uma vida organizada. Isso não é necessariamente um problema profissional, desde que não interfira na carreira, na produtividade e no cumprimento dos prazos. Mas, e se a desorganização da vida pessoal começa a interferir no ambiente de trabalho? É preciso mudar.

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14 de dezembro de 2016

Prezenter

Recentemente, participei de uma palestra chamada Prezenter, do consultor Bruno Andrade, da PupaTech. Neste encontro, Bruno mostrava por meio de slides, que ele coletou ao longo da sua carreira, o quanto a simplicidade pode contribuir, e muito, para uma apresentação.

Palestra Prezenter, de Bruno Andrade
Muitas pessoas acreditam que desenvolver slides cheios de firulas, movimentos, cores e formas pode ser algo atrativo para o público. Outras acham que é preciso reafirmar a sua marca – por meio de aplicação do logotipo em cada slide – o tempo todo durante uma apresentação. Esse excesso de imagens e informações irrelevantes só tem uma função: comprometer o entendimento da sua plateia.

Uma apresentação de PowerPoint tem a função de guia para o palestrante, o que está descrito lá não pode de nenhuma forma competir com o que ele está dizendo. Percebemos em muitas palestras que as pessoas ficam lendo os longos textos na tela e não prestam o mínimo de atenção no orador.

Outra dica bacana: o palestrante não precisa necessariamente fazer uso de imagens que estão diretamente ligadas ao tema. Vamos supor que você tenha que explicar para uma plateia o quanto a vida corrida, a falta de exercícios físicos e uma alimentação inadequada podem prejudicar a saúde. Quais as primeiras imagens que vêm a sua cabeça? Um executivo com cara de esgotado e cansado? Talvez um prato repleto de comidas saudáveis ao lado de outro prato nem tão saudável assim? Ou uma pessoa sentada de frente à TV e outra caminhando na praça?

Por que você não poderia usar uma imagem de um painel de um carro com uma luz de alerta acesa? Imagina a curiosidade que será provocada na plateia. “Poxa vida, o cara está falando sobre vida agitada, alimentação, exercício... o que tem a ver com esse painel?”. Isso é uma forma de chamar a atenção da plateia para o que você está falando e de despertar a atenção para o que você ainda tem a dizer.

É claro que para ter slides simplificados, o palestrante tem que ser muito bem preparado. Tem coisa pior do que quando você investe seu tempo para assistir a uma palestra e orador passa boa parte da apresentação de costas para você e lendo os longos textos na tela?

Se você está montando um slide ou uma apresentação, PARE agora e leia essas dicas:
1- use menos texto possível (o conteúdo tem que estar na sua cabeça e não na tela)
2- busque fotos de alta resolução (nada pior do que ver imagens craqueladas)
3- não coloque sua logomarca em todos os slides da apresentação (principalmente se a palestra for para colaboradoras da própria companhia)
4- não use movimentos na transição de slides (isso deixa as pessoas zonzas)
5- use cores que ficam harmônicas na tela (lembre da sensação de quando você entra na praça de alimentação do shopping, se depara com tantas cores fortes e vibrantes e não sabe para onde olhar)
6- use fontes sem serifa como Arial, Calibri, por exemplo (deixe a Times New Roman para documentos impressos)
7- seja criativo, utilize imagens que rementem ao tema indiretamente (lembre da dica do painel do carro que falei no início deste texto)

Com uma apresentação clean e com o bom conteúdo que você tem para compartilhar, sua plateia ficará conectada com você durante o período que durar a apresentação.